Eu quero viver a mil, não quero abrir mão de nada, não quero depender de ninguém, quero ser só eu, quero sair derrubando todo mundo que estiver na minha frente feito um lutador.
Engraçado como felicidade é um castelo de cartas, a gente parece que tem tudo na mão, parece que as coisas estão todas no lugar certo, mas basta um ventinho de nada para embaralhar, colocar tudo de cabeça para baixo. Parece que abriu um buraco, um buraco enorme e eu não estou sentindo o chão embaixo dos meus pés, estou com a sensação de que estou caindo, caindo, eu não tenho a menor idéia de onde eu vou parar. A vida não é fácil, mas é uma só, e o único jeito que a gente tem é enfiar o pé no acelerador e sair vivendo. É horrível ter a sensação de estar no lugar errado e na hora errada, de estar perdendo coisas que eu não queria perder, mas eu sou um Rodrigo só. Só posso tá aqui e agora, e agora o que eu quero ser é uma estrela gigante, quero brilhar forte, mesmo que seja pra brilhar sozinho. Eu queria que todo mundo entendesse isso, eu sempre quero que todo mundo entenda tudo, mas acho que isso é querer um pouco demais.
Essa cidade confusa e caótica, cheia de gente, cada um com sua história e muitos com a minha. Quero andar, conhecer, buscar e me reinventar. Sinto que aqui é o meu lugar, só preciso me encontrar.
As vezes eu queria poder parar o tempo e voltar um pouco a atrás, mas o mundo só anda pra frente e a gente não pode avançar sem deixar um monte de coisa pra trás. A gente precisa chegar no fundo do poço pra encontrar aquelas molas que te jogam de volta pra cima. Eu tenho que entender da onde vim para saber para onde vou. Sinto que agora eu estou começando a entender essa cidade e o que eu quero é engoli-la. Não tenho mais um minuto a perder, pois como diria o coelho branco: "É tarde, é tarde, é tarde."
Rodrigo Brisolla
(baseado na série Alice)
Engraçado como felicidade é um castelo de cartas, a gente parece que tem tudo na mão, parece que as coisas estão todas no lugar certo, mas basta um ventinho de nada para embaralhar, colocar tudo de cabeça para baixo. Parece que abriu um buraco, um buraco enorme e eu não estou sentindo o chão embaixo dos meus pés, estou com a sensação de que estou caindo, caindo, eu não tenho a menor idéia de onde eu vou parar. A vida não é fácil, mas é uma só, e o único jeito que a gente tem é enfiar o pé no acelerador e sair vivendo. É horrível ter a sensação de estar no lugar errado e na hora errada, de estar perdendo coisas que eu não queria perder, mas eu sou um Rodrigo só. Só posso tá aqui e agora, e agora o que eu quero ser é uma estrela gigante, quero brilhar forte, mesmo que seja pra brilhar sozinho. Eu queria que todo mundo entendesse isso, eu sempre quero que todo mundo entenda tudo, mas acho que isso é querer um pouco demais.
Essa cidade confusa e caótica, cheia de gente, cada um com sua história e muitos com a minha. Quero andar, conhecer, buscar e me reinventar. Sinto que aqui é o meu lugar, só preciso me encontrar.
As vezes eu queria poder parar o tempo e voltar um pouco a atrás, mas o mundo só anda pra frente e a gente não pode avançar sem deixar um monte de coisa pra trás. A gente precisa chegar no fundo do poço pra encontrar aquelas molas que te jogam de volta pra cima. Eu tenho que entender da onde vim para saber para onde vou. Sinto que agora eu estou começando a entender essa cidade e o que eu quero é engoli-la. Não tenho mais um minuto a perder, pois como diria o coelho branco: "É tarde, é tarde, é tarde."
Rodrigo Brisolla
(baseado na série Alice)
0 comentários:
Postar um comentário